E aê Galera... agora é comigo!
Neste final de semana minha coluna está sendo escrita diretamente de um resort all inclusive muito top no litoral cearense, graças a D. Patroa, para complicar minha vida, com etapas da Stockamburão, da Stock novamente Light e com a etapa decisiva do verdadeiro campeonato de carros de turismo de baixa cilindrada, o Marcas Brasil Racing. Com nove corridas para fazer a resenha – nenhuma feita ao vivo por motivos óbvios (exigência de D. Patroa) a – o youtube foi a salvação. As corridas da F1 eu assisti pelo celular, sem direito a “Meu Jesus Cristos” (a expressão com 3 palavras não era bem essa...) para não assustar os outros hóspedes (ou sermos expulsos do resort). As pílulas vão ficar por conta da galera que sempre compartilha suas pílulas com o Ogro. Falando nisso, já cabe a foto aqui do lado. Stock Car Confesso que eu estava como São Tomé em relação a realização de uma corrida no Autódromo de Brasília (no caso, a reabertura era postergada ano após ano), mas aconteceu... ao menos eles, o circo da Cosa Nostra, chegaram à capital do país para a penúltima etapa do campeonato, trazendo a reboque a Stock novamente Light. Nas imagens, as coisas estavam bonitas, apesar de não termos grama e sim, barro e dos boxes montados em tendas. Mas estavam lá pra correr! A encrenca (tinha que ter pelo menos uma e eles capricharam... arrumaram uma grande) aconteceu. No treino livre, JP Oliveira deu de cara com o carro de Bruno Baptista atravessado e a panca foi forte, “em T”, enchendo o carro #44 que chegou a pegar fogo. JP Oliveira estava a 133 km/h metros antes da batida (velocidade menos do que os acidentes na curva do café em Interlagos que vitimaram Sonderman e Sperafico). Apesar de certas “pataquiçes” tivemos treinos livres e classificatório, com o grid definido para as corridas. A real é que os pilotos estavam usando a área de escape asfaltada nas curvas de entrada e saída da reta dos boxes para ganhar velocidade (o carro de Bruno Baptista estava fora das linhas da pista onde foi atingido). A decisão técnica foi a colocação de câmeras de monitoramento nessas duas curvas e o estabelecimento de “track limits”, com punição para quem exceder. Pra “ajudar”, também colocaram uns pneus empilhados. A corrida curta no sábado, com os 12 primeiros invertendo as posições para a largada, a pole position ficou com Gaetano Di Mauro, tendo Cacá Bueno a seu lado para puxarem os 29 carros no grid. Bruno Baptista e JP Oliveira, evidentemente, ficaram fora da etapa. Depois da volta de apresentação a galera entrou na reta dos boxes e o CASETTA fez uma prece, fechou os olhos e deu a largada! Gaetano Di Mauro largou bem, mas teve que tomar uma linha mais interna pra segurar Cacá Bueno e ali teve que frear mais forte para conseguir fazer a curva e com isso tomou por fora de Gabriel Casagrande e Ricardo Zonta. A coisa era pior e Gaetano Di Mauro ficou lento e parou após a curva 1. Depois teve uma panca na curva 3 envolvendo o Decano Barrichello, que ficou na brita e Guilherme Salas. O CASETTA deixou a volta rolar para no terço final botar pra fora o Safety Camburão. Gabriel Casagrande era o líder, seguido de Ricardo Zonta e Julio Campos. Cacá Bueno caiu pra 4°. O Decano Barrichello conseguiu sair da brita e ir para os boxes. Após 4 voltas de “cortejo fúnebre”, tivemos a relargada. Julio Campos veio tomando pressão e depois foi Cacá Bueno que começou a segurar todo mundo e quem se deu meçhor foi Felipe Fraga que tomou a P5 do Macarroni. Na frente, Ricardo Zonta pressionava Gabriel Casagrande, que errou na pressão, escapou na curva 3 e Ricardo Zonta foi pra ponta, com Julio Campos em 2° e Cacá Bueno em 3°. A janela para as paradas obrigatórias foi aberta, mas antes de qualquer um entrar, Cesar Ramos foi caixa de brita o o CASETTA botou o Safety Camburão pra fora outra vez. Mais três voltas de “cortejo fúnebre” e a relargada foi dada com menos de 8 minutos restando para o final da corrida. Ricardo Zonta manteve a ponta, seguido por Júlio Campos e Cacá Bueno. Ia ser uma loucura nos boxes e os 25 pilotos na pista tinham 3 voltas para parar e trocar um pneu. E num 3-wide entre Enzo Elias, Rafael Suzuki e Gabriel Casagrande deu problema (o advérbio não era bem esse...) e Enzo Elias levou a voar quicando na caixa de brita até bater na barreira de pneus. Com uma panca forte e uma 3ª entrada do Safety Camburão foi inevitável para o CASETTA. Nem todos entraram e dos que entraram Felipe Fraga era o líder. Ricardo Zonta, Julio Campos, Cacá Bueno e o Macarroni não entraram. Eram 4 dos 5 primeiros. Felipe Fraga entrou. Outros que estavam mais atrás não entraram. A corrida acabou sob safety car e quem não entrou nos boxes acabou punido e com isso a vitória ficou com Felipe Fraga, o 2° foi Arthur Leist e o 3° foi o filho do chofer de presidiário. Meu piloto, o Zezinho, foi o 7°. No domingo, depois da Fórmula 1 e num horário que não costuma correr, a Stockamburão foi pra disputa da corrida principal do final de semana depois de uma corrida muito confusa (o advérbio não era bem esse...), o domingo começou com festa e homenagem ao meu ídolo (enquanto piloto) Nelson Piquet, que infelizmente travestiu-se de chofer de golpista e hoje, presidiário. Mas a esperança é que tivéssemos uma corrida menos tumultuada que a do dia anterior. O pole position era o filho do chofer de presidiário, com Guilherme Salas a seu lado para puxarem o grid com 29 carros (Bruno Baptista e JP Oliveira, evidentemente, ficaram fora da etapa). Depois da volta de apresentação a galera entrou na reta dos boxes e o CASETTA fez uma prece, fechou os olhos e deu a largada! O pole pulou na ponta, deixando pra trás Guilherme Salas segurando Felipe Fraga, o 3° colocado, e todo pelotão. O filho do chofer de presidiário abriu uma grande vantagem na metade da primeira curva. Meu piloto, o Zezinho, bateu portas com Lucas Kohl e os dois rodaram. Rafael Suzuki ganhou um ‘Drive-Thru’ sem caldo de cana por queima de largada. Meu piloto também ganhou um ‘Drive-Thru’ sem rapadura por ter provocado o acidente com Lucas Kohl. Guilherme Salas segurava o pelotão e nisso o líder ia embora. O outro pelotão, do P10 pra trás, quem puxava a fila era o Decano Barrichello, que em seguida foi superado por Felipe Baptista. Na 7ª volta a janela de paradas, que obriga a troca de 2 pneus, e não só o líder, mas quase todo pelotão da frente entrou. O Macarroni ficou na pista e assumiu a liderança, seguido por Felipe Baptista. Dos que pararam, o filho do chofer de presidiário era o 1° e Felipe Fraga ganhou a posição de Guilherme Salas. Duas voltas depois o Macarroni parou e voltou brigando com Felipe Fraga. Felipe Baptista era o último que faltava parar e entre os demais, o filho do chofer de presidiário tinha 4s de vantagem sobre Felipe Fraga, que tinha um boqueirão sobre o Macarroni. Felipe Baptista parou na volta 15, no final da janela e voltou em 8°. Faltando 16 minutos Vicente Orige parou em local perigoso e o CASETTA botou o Safety Camburão pra fora, acabando com as vantagens. Depois de 2 voltas de “cortejo fúnebre”, tivemos a relargada. Os 3 primeiros largaram bem e o filho do chofer de presidiário largou melhor, foi abrindo vantagem novamente. Felipe Fraga não era muito ameaçado pelo Macarroni, mas nas voltas finais o Macarroni foi pro tudo ou nada... e deu nada (na verdade, menos que isso)! O Macarroni ficou pra trás, se enroscou com Guilherme Salas e Lucas Foresti se aproveitou para passar os dois. O filho do chofer de presidiário venceu com sobras pra alegria do pai. Felipe Fraga foi o 2° e Lucas Foresti foi o 3°. Stock Light E com a – aleluia – reabertura do autódromo de Brasília a Stock novamente Light fez a sua etapa decisiva em uma pista onde nenhum piloto da categoria colocou as rodas antes deste final de semana. O título ainda estava em aberto e pelo youtube, com a celestial narração do Filho do Deus do Egito, os comentários de Zé Goteira e uns pitacos sem noção do GagáClone, com a parte de pista nas mãos da Olívia Palito e do Enviado de Cristo. A primeira das três corridas, disputada no sábado, teve como pole position Leo Reis, tendo Rafa Martins ao seu lado para puxarem os 22 carros no grid... e sem água de salsicha! O campeonato chegou com Enzo Bedani na liderança, mas ele parou com problemas na volta de apresentação (ele largava em 8°). O Safety Camburão permaneceu na pista e o relógio foi acionado na regressiva dos 25 minutos. Alfredinho Ibiapina também parou na pista e entramos no modo “cortejo fúnebre”, com outros carros entrando na pista. Enzo Bedani conseguiu fazer o carro pegar e alinhou no fundo do pelotão, mas com uma volta de desvantagem. Depois de 3 voltas atrás do Safety Camburão ele saiu da pista, os carros alinharam dois, o CASETTA fez uma prece, fechou os olhos e deu a largada! Leo Reis pulou na ponta e foi seguido por Rafa Martins e pelo sobrinho Barrichello. Os três primeiros abriram vantagem rapidamente e Rafa Martins foi pra cima de Leo Reis. Rafa Martins tentou um ataque saiu vendido da curva 1 e perdeu a P2 pro sobrinho Barrichello que meteu pressão em Leo Reis, que errou na curva da bruxa e caiu pra P3. Mais atrás, teve panca com Juninho Berlanda e Ernani Kuhn. O CASETTA botou pra fora o Safety Camburão. Rafa Martins era o líder, com o sobrinho Barrichello em 2° e Rafa Reis o 3°. Depois de 3 voltas de “cortejo fúnebre”, tivemos a relargada, com menos de 3 minutos de tudo ou nada. Rafa Martins manteve a ponta, mas o sobrinho Barrichello foi pra pressão, deixou Leo Reis pra trás, com Guto Rotta colado nele. Na última volta, com troca de push nutella, o Sobrinho Barrichello tomou a ponta, mas levou o X de Rafa Martins, que ficou com a vitória. Leo Reis, numa recuperação sensacional tomou a P2 do sobrinho Barrichello. Ainda teve panca na curvade Akyu Myasava atingindo Vinicius Papareli. Na manhã do domingo tivemos a “duas em uma” da Stock Light para a definição do título. A liderança na pontuação de Enzo Bedani, que praticamente liderou o campeonato inteiro e que chegou a ter uma gordura confortável estava subindo no telhado Para a corrida 2 o pole position era Leo Reis, com Rafa Martins a seu lado para puxar os sobreviventes do sábado. Depois da volta de apresentação a galera entrou na reta dos boxes e o CASETTA fez uma prece, fechou os olhos e deu a largada! Leo Reis manteve a liderança, seguido de Rafa Martins e do sobrinho Barrichello. Luiz Trombini foi tocado e rodou na primeira curva. Teve mais gente indo pra brita na curva 3. No meio do pelotão ninguém era de ninguém e com a rodada na Enzo Gianfratti o CASETTA botou pra fora o Safety Camburão. Duas voltas para colocar a pista em ordem e tivemos a relargada. Leo Reis manteve a ponta, seguido de Rafa Martins e do sobrinho Barrichello. Leo Reis e Rafa Martins abriram na frente e Rafa Martins foi com tudo pra cima do líder, o que permitiu a chegada do sobrinho Barrichello e Alfredinho Ibiapina, que passou o herdeiro e tomou a P3. Alfredinho Ibiapina usou o push nutella pra ganhar a posição de Rafa Martins, mas no miolo Rafa Martins recuperou a P2. Na sequência o sobrinho Barrichello recuperou a P3. Guto Rotta foi de cara contra a barreira de pneus na curva 2 no melhor estilo Raul Seixas e Enzo Bedani ficou na caixa de brita, mas como já era a última volta o CASETTA deixou a corrida seguir para a vitória de Leo Reis. Rafa Martins foi o 2° e com o 3° lugar, o sobrinho Barrichello garantiu o título da Stock Light. Com uma chuva que deu uma ensaboada na pista. Aí tivemos aquela parada para reabastecimento dos carros, tomar uma água, um café, fazer um “numero 1” no macacão e se preparar para a última corrida do dia com os 8 primeiros do grid invertido. Como a chuva caiu com força, a largada da corrida 3 foi atrasada. A pole position ficou com Pedro Garcia e Mathias de Valle largava a seu lado para puxarem os sobreviventes do dia. Com a pista molhada e todos calçando pneus de chuva, o CASETTA determinou a largada atrás do Safety Camburão e o cronômetro já foi acionado na saída dos carros dos boxes. Pedro Garcia não saiu dos boxes e Mathias de Valle puxava a fila. Após só uma volta em “cortejo fúnebre”, o CASETTA, fez uma prece, fechou os olhos e deu bandeira verde! Mathias de Valle manteve a ponta, mas Gabriel Koenigkan e Alfredinho Ibiapina foram pra cima, com Gabriel Koenigkan tomando a ponta na curva 3. Alfredinho Ibiapina errou e caiu pra 5°, superado por Rafa Martins e pelo sobrinho Barrichello. Mathias de Valle levou uma na traseira de Rafa Martins e perdeu a P2 (e outras), com Rafa Marins assumindo a P2 e Rafa Reis a P3. Gabriel Koenigkan abriu vantagem na ponta e Rafa Martins tomou 10s de punição pelo toque em Mathias de Valle e depois foi dar um passeio na brita da curva 3, perdendo mais posições. Leo Reis se aproximou de Gabriel Koenigkan e partiu para o ataque. O Sobrinho Barrichello assumiu a P3. Com um push nutella Leo Reis tomou a ponta poucos minutos antes de Mathias de Valle ir novamente pra caixa de brita da curva 3 e dessa vez não conseguir sair, obrigando o CASETTA a botar pra fora o Safety Camburão. Rafa Martins perdeu o capô do carro e teve que ir para box. O sol voltou com força e a pista foi secando rapidamente. Depois de uma volta tivemos a relargada. As posições não mudaram nas primeiras curvas e Leo Reis sumiu na frente e o sobrinho Barrichello pressionava Gabriel Koenigkan pela P2 e tomou a posição. Leo Reis venceu mais uma fechando a temporada, com o campeão sobrinho Barrichello em 2° e Gabriel Koenigkan em 3°. MBR A verdadeira categoria de competição de turismo com carros de baixa cilindrada, o Marcas Brasil Racing, programou para o autódromo vina (salsicha pra que é de fora do Paraná) em Londrina a etapa decisiva da temporada de 2025 (será que não tinha uma opção melhor? Eu aposto que sim!). Os títulos dos campeonatos ainda estavam em aberto. Tivemos duas corridas no sábado e duas no domingo. Comentarei sobre a categoria 2.0 e darei os resultados da 1.6. A narração foi do Sabonete e os comentários do Barbapapa... vestido de Papai Noel (tamanho e volume pra isso ele tem). A primeira corrida, no final da manhã do sábado teve Wanderson Freitas na pole position, com Gustavo Magnanosco ao seu lado para puxar o grid com 23 carros, sendo 12 da classe A e 11 na classe B. Depois da volta de apresentação os pilotos voltaram a largada parada. Largada dada pelo amigo do Adoniran (o Ernesto... diretor de prova) e Wanderson Freitas manteve a ponta, seguido de Gustavo Magnabosco e Junior Helte e 3°. Juca Lisboa ficou parado na reta e ele foi puxado para os boxes, evitando o Safety Car. No final da reta oposta Lamartine Pinotti pinottou pra cima de Junior Helte e tomou a P3. Gustavo Magnabosco metia a pressão no líder. Na classe B o líder era Junior Helte. Adriano Barbosa parou em lugar perigoso na curva 2 e o amigo do Adoniran, o Ernesto, botou pra fora o Safety Car. O resgate foi rápido e na volta seguinte tivemos bandeira verde. Gustavo Magnabosco pressionava Wanderson Freitas, que estava veloz de reta e se segurava nas curvas. A defesa de Wanderson Freitas permitiu a aproximação de Lamartine Pinotti e Junior Helte. Na penúltima volta Gustavo Magnabosco e Wanderson Freitas deram meiav volta porta a porta, com Magnabosco levando a melhor. Logo atrás, Lamartine Pinotti perdeu um pouco de rendimento, foi superado por Junior Helte e passou a ser pressionado por Peter Tubarão. Wanderson Freitas não desistiu e pressionava Gustavo Magnabosco, que segurou a ponta e ficou com a vitória. Wanderson Freitas foi o 2° e Junior Helte o 3°, sendo o vencedor da classe B. Depois daquela chuleta com polenta no almoço os pilotos voltaram para disputar a 2ª corrida do dia e com a inversão nutella do grid a pole position ficou com Edu de Paula, tendo Peter Tubarão a seu lado para puxarem os sobreviventes da corrida da manhã. Depois da volta de apresentação nova largada parada e com todo mundo em seu lugar, o amigo do Adoniran, o Ernesto, fez uma prece aos céus e deu a largada. Edu de Paula e Peter Tubarão foram porta a porta na reta torta até a curva 1 e o pole segurou a ponta, deixando Peter Tubarão em 2° e Lamartine Pinotti era o 3°, mas no final da reta oposta pinottou pra cima do Tubarão e ganhou a P2 Edu de Paula ia segurando a galera toda enquanto Junior Helte era o líder da classe B. Cadu Silva deu uma escapada no final da reta oposta, bateu forte, mas conseguiu levar a sucata até os boxes. Os 7 primeiros vinham juntos e Edu de Paula perdeu o carro na curva do estádio, foi pra grama e entregou a liderança para Lamartine Pinotti, com Peter Tubarão em 2° e Wanderson Freitas em 3°. Peter Tubarão atacou na curva da entrada dos boxes e teve um enrosco, com bate porta e arranca tinta entre os dois. Melhor para Wanderson Freitas, que foi pra ponta, seguido de Henrique Basso e Junior Helte. Peter Tubarão caiu pra 4° e Lamartine Pinotti pra 5° (mas o Sabonete não consegue nem contar os carros na pista). Os 3 primeiros vinham no mesmo ritmo e ninguém chegava em ninguém. Na última volta Henrique Basso tentou um último ataque, mas não conseguiu tirar a vitória de Wanderson Freitas. Junior Helte foi o 3° e vencedor da classe B. Na Categoria 1.6 tivemos na 1ª corrida do sábado a vitória de Rafael Futsuki, vencendo no geral e na classe Elite, com Richard Heidrich em 2° e Gustavo Magnabosco em 3°, ambos da classe Super. Na corrida 2, disputada à tarde, Gustavo Magnabosco foi o vencedor, com Rafael Futsuki em 2° e vencendo na classe Elite. Richard Heidrich foi o 3°. Na manhã do domingo viemos para o último dia de disputas da temporada, mais uma vez com a inversão nutella do grid e tínhamos Evandro Maldonado na pole position, com Lamartine Pinotti ao seu lado para puxarem os sobreviventes das corridas do sábado. Depois da volta de apresentação nova largada parada e com todo mundo em seu lugar, o amigo do Adoniran, o Ernesto, fez uma prece aos céus e deu a largada. Evandro Maldonado deu uma engasopada e com isso Lamartine Pinottou pra ponta, seguido de Junior Helte e Gustavo Magnabosco que largou muito bem. Junior Helte, voando, meteu por fora na curva da entrada dos boxes e ganhou a P2 de Gustavo Magnabosco. O amigo do Adoniran, o Ernesto, botou pra fora o Safety Car na 3ª volta, mas a transmissão não mostrou o motivo. Foi uma volta só e Lamartine Pinotti continuava líder. Quem vacilou foi Gustavo Magnabosco, que passou a tomar pressão de Leandro Freitas, mas o “dono da categoria” se defendeu bem e logo chegou em Junior Helte. O líder puxava um pelotão com 7 carros e Junior Helte foi pra cima no final da reta oposta para tomar a liderança e não só isso: passou e abriu vantagem, deixando a briga da P2 pra trás. Leandro Freitas tomou a P3 de Gustavo Magnabosco, que passou a ser pressionado por Edu de Paula. A briga da corrida ficou pela P2 porque Junior Helte venceu a corrida no geral e na classe B com mais de 10s de vantagem sobre Gustavo Magnabosco em 2°, e Leandro Freitas em 3°. Lamartine Pinotti entregou o ouro na última volta e tomou do pelotão que segurou a corrida inteira. Depois de um arroz carreteiro caprichado (não foi no capricho como certas pessoas costumam falar) os pilotos voltaram para a disputar a última corrida da temporada, com mais uma inversão de grid nutella, que colocou Peter Tubarão na pole position e Edu de Paula ao seu lado para puxarem os sobreviventes do final de semana. Depois da volta de apresentação nova largada parada e com todo mundo em seu lugar, o amigo do Adoniran, o Ernesto, fez uma prece aos céus e deu a largada. Peter Tubarão parecia ter largado bem e Edu de Paula mal, mas nos 10 metros seguintes tudo se misturou, com Lamartine Pinotti dando uma pinottada sensacional e tomando a ponta, trazendo com ele Edu de Paula, que se recuperou. Teve enrosco na curva do estádio, mas sobreviveram todos. Leandro Freitas era o 3°. O líder da classe B era, adivinhem, Junior Helte. Peter Tubarão caiu para o 6° lugar. Edu de Paula deu uma vacilada e tomou de Leandro Freitas e Henrique Basso, caindo para 4°. Na volta seguinte Leandro Freitas e Henrique Basso bateram porta do fim da reta oposta até a entrada da reta dos boxes, como Henrique Basso ganhando a P2 e indo pra cima Lamartine Pinotti, que foi pra ponta com uma ultrapassagem espetacular, por fora, no final da reta oposta. Leandro Freitas vinha pressionado por Edu de Paula e Junior Helte. Edu de Paula abusou e escapou na saída do estádio, caindo pra 6°. Henrique Basso repetiu o que fez Junior Helte na corrida da manhã, passando Lamartine Pinotti, tomando a ponta e sumindo na frente enquanto Lamartine Pinotti segurava Leandro Freitas e Junior Helte. Rafa Salido ficou na caixa de brita no final da reta dos boxes e o amigo do Adoniran, o Ernesto, botou pra fora o Safety Car, mas ainda deu tempo para uma última volta de tudo ou nada... que deu em nada! Henrique Basso venceu, com Lamartine Pinotti em 2° e Leandro Freitas em 3°. O vencedor da classe B foi Junior Helte, que levou as 4 do final de semana. Nas corridas do domingo da categoria 1.6 (que se despediu, não vai ter mais 1.6 em 2026), a corrida 3 teve vitória de Gustavo Magnabosco na classe Super, com Rafael Futsuki em 2° e vencendo na classe Elite e Richard Heidrich em 3°. Na corrida 4 o vencedor foi novamente Gustavo Magnabosco, com Richard Heidrich em 2° e Henrique Basso em 3°. Nathan Sperafico foi o vencedor na classe Elite. Encerrada a última etapa no circuito vina em Londrina, os campeões consagrados foram Gustavo Magnabosco, tricampeão do MBR 1.6 na classe Super, enquanto Raphael Futsuki levou o título da classe Elite. No MBR2000, o título inédito da categoria para Gustavo Magnabosco – aqui em dupla com Henrique Basso – garantiu o troféu da classe A, com Rodrigo Elger confirmando a conquista da classe B. Sessão Rivotril. Seguindo meu mestre inspirador, está na hora de receitar as pílulas da semana. - Com meu exílio forçado no resort cearense por ordens de D. Patroa, liberado para assistir as corridas pelo smartphone (algumas na reprise), as pílulas ficaram por conta da galera e eu só tenho que agradecer aos meus camaradas Bob Esponja, Darth Vader, Madame Mim e Vovó do Piu-Piu pela colaboração. - Neste final de semana nos livramos do Dr. Smith e, como no próximo final de semana tem a final da Copa Truck, a “usurpadora”, teremos duas etapas seguidas com o Goleiro de Pebolim e com traduções dos rádios nos treinos e corridas. - Para o narrador fake, os cidadãos do Catar são os “catarinos” (o correto é cataris) Essa merecia um “Meu Jesus Cristo” (a expressão com 3 palavras não era bem essa...) pra provocar um tsunami no litoral do Ceará. Ele mandou essa no treino livre 1 e, ainda no mesmo treino, a Cadeiruda, discretamente, referiu-se aos cataris da forma correta. - Metade do treino livre 1 com o trio – narrador fake, Goleiro de Pebolim e Prosdócimo – foi só abobrinhas sobre assuntos variados que não tinha nada a ver com o que acontecia na pista e coisas correlatas. - E no meio do treino de classificação da corrida Sprint o narrador fake em um “momento Caras”, deixa o treino de lado e puxa um assunto sobre uma eventual paternidade do Principe das Lamúrias e envolveu todo pessoal da transmissão... isso nos minutos finais do Q1 da classificação. - Esperando ter aquela “pré-meia hora Caras” tivemos no bandburros por assinatura o narrador de MMA que perdeu a guerra e o comentarista genérico... e com 24 pontos de vantagem, o genérico fala que a pior situação era a do Cara de Lua. Essa também merecia um “Meu Jesus Cristo” (a expressão com 3 palavras não era bem essa...) pra provocar tsunami no litoral do Ceará. No canal com sinal aberto fizeram a “pré-hora Caras normal” e com o descongelado Matuzaleme. - O narrador fake tem um aplicativo que fala tanta bobagem (o advérbio não era bem esse...) quanto ele. A “projeção de pneus” estava quase toda errada. - O Fugitivo da FEBEM é a favor da igualdade sexual. Deu um coice com as duas patas na entrevista para a Danica Patrick (Sky Sports), do mesmo jeito que já havia dado em alguns entrevistadores homens. - Matuzaleme estava bem acordado no treino e lendo tudo que podia da montanha de papeis com as dicas e informações feitas pela produção (Sabido e Prosdócimo). - E o narrador fake, depois de mais uma bobagem (o advérbio não era bem esse...) falada, pede para esquecermos o que ele falou. Difícil mesmo é esperar que ele pense antes de falar alguma coisa. - E na pré da corrida, o narrador fake disse que ia ser necessária uma engenharia dos engenheiros (não, cidadão... seria do uma engenharia das meninas que seguram placa e dão os brindes nos boxes.) para definir a estratégia dos pneus. - Matuzaleme, tratamento de paizão é paternal, não fraternal. Esse seria tratamento de irmão. Nem sendo “de humanas” esse pessoal acerta as coisas. - Falando em “pessoas de humanas”, o narrador fake não sabe a diferença entre ponto de exclamação e ponto de interrogação. E se alguém tentou ensinar, ele não aprendeu. - Matuzaleme devia estar cochilando quando mostraram os mecas pegando os pneus duros pra colocar no carro do Cara de Lua e quando o carro do comedor de coxinhas parou, ele perguntou: “vão colocar pneus macios”? - Sobre a Stockamburão, os “alucinados em dar furo”, o pessoal daquele site especializado em pataquadas, que “mata piloto que sai andando do hospital”, tentou cavar (cliques, atenção e sensacionalismo) especulando um eventual cancelamento da corrida da Stockamburão após o acidente no treino livre. Ficaram com o furo na mão. - A Chica vai surtar com o tamanho da coluna... HUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA - Para quem não sabe porque eu fiquei longe do site por algumas semanas no início do ano, tive negado meu projeto onde escrevi uma série (em 6 episódios), sobre a verdadeira história do maior piloto de todos os tempos. Criei um Blog para isso e quem quiser ler a saga do maior astro das pistas é só clicar aqui. Felicidades e velocidade, Paulo Alencar Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.
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