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Porsche Cup conhece os campeões 2025 em Interlagos e Fórmula Truck em Guaporé PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Monday, 10 November 2025 21:22

E aê Galera... agora é comigo!

 

O final de semana da Fórmula 1 teve corrida no Brasil nas categorias nacionais, A Porsche Cup Gourmet costuma fazer parte do programa de preliminares da Fórmula 1 no Centro de Eventos Aleatórios de Interlagos.

 

Na capital do automobilismo brasileiro, com uma competição direcionada a um público distinto, a Fórmula Truck, a verdadeira categoria das corridas de caminhões, encarou de frente a maior categoria do mundo para fazer em um dos autódromos mais autênticos do Brasil a penúltima etapa do campeonato, ignorando toda a badalação em São Paulo, onde um ciclone extratropical promete chuvas tão intensas quanto a chuva de pílulas que seriam produzidas. Já cabe a foto do Ogro aqui do lado? Então vamos para as corridas.

 

Porsche Cup

Fazer parte das preliminares é algo que a Porsche faz em diversas etapas da Fórmula 1 não seria diferente aqui no Brasil onde a categoria gourmet do automobilismo Tapuia. Mantendo o boicote em tudo que é possível ser evitado pelos canais bandburros e fui para o youtube onde pude ter a narração de um narrador de verdade e o melhor deles, meu camarada, o Sinestro, com o contrapeso de peso Prosdócimo nos comentários.

 

 

A primeira a vir para a pista foi a categoria GT3 Challenge, invertendo a ordem habitual das corridas da categoria. A pole position foi de Caio Chaves, com José Moura Neto ao seu lado para puxarem o grid com 23 carros. Os carros da categoria dos pobrinhos ficou no “box alternativo” na antiga junção. Como a pista estava meio úmida o Massaranduba, diretor de prova, determinou a largada em fila indiana depois de duas voltas de “ambientação” e não só apresentação. Com bandeira verde, Caio Chaves manteve a ponta e entrou na frente no ‘S’ da Sadia. O piloto ‘Plim-Plim’ surpreendeu José Moura Neto e plimplou a P2. E Daniel Neumann tomou a P3 na freada no final da reta oposta. George Crispim rodou e bateu na curva do sol. O Massaranduba botou pra fora o Safety Car. Depois de 2 voltas de “cortejo fúnebre” tivemos a relargada. Caio Chaves foi atacado pelo piloto ‘Plim-Plim’ que chegou primeiro para o ‘S’ da Sadia, mas esparramou e perdeu a liderança tomando o troco. Os 4 primeiros estavam pegados e no pinheirinho José Moura Neto recuperou a P3. Rafael Bernardes, no melhor estilo Raul Seixas foi de cara contra o muro (de pneus) no final da reta dos boxes e o Massaranduba botou pra fora o Safety Car outra vez. Sadak Leite ficou lento na pista depois parou pelo toque com Rafael Bernardes. A avaria na barreira de pneus foi grande e com isso foram muitas voltas de “cortejo fúnebre”. A batida aconteceu quando faltavam 14 minutos para o final e a corrida foi dada como encerrada depois de apenas 3 voltas com bandeira verde com vitória de Caio Chaves, seguido pelo piloto ‘Plim-Plim’ e José Moura Neto em 3°. Depois da corrida, saiu uma punição plimplante para o piloto “Plim-Plim” por queima de relargada. Com isso José Moura neto foi o 2° e Daniel Neumann o 3°

 

 

A corrida da Carrera Cup foi a segunda, invertendo com a GT3 Challenge e que teve a pole position de Marçal Muller, com Miguel Mariotti ao seu lado para puxar o grid com 33 carros. Depois da volta de apresentação eles chegaram na reta maio ou menos arrumados, mas o Massaranduba, diretor de provas, deu a largada. Marçal Muller segurou a ponta e teve enrosco no ‘S’ da Sadia. Miguel Mariotti manteve a P2 e Marcos Regadas pulou para a 3ª posição. Christian Hahn era o 4°. A Moleca Sensação estava em 7°. Christian Hahn não demorou pra ganhar a 3ª posição e o agroracer que andava desaparecido, Raijan Mascarello, escapou da pista com a colheitadeira de soja, bateu num guard rail e acabou com sua corrida. Com o uso do push caviar (nutella é pra pobre), Christian Hahn tomou a 2ª posição. Marcos Regadas foi na carona e ganhou a P3. Leo Sanchez perdeu o carro no ‘S’ da Sadia e enfiou o carro embaixo da barreira de pneus. O Massaranduba botou pra fora o Safety Car. Depois de 8 minutos de “cortejo fúnebre” tivemos a relargada e Christian Hahn veio colado em Marçal Muller, que segurou a posição no ‘S’ da Sadia. Miguel Paludo, brigando pelo título, passou pra 5°. Gustavo Zanon e Nelson Marcondes se acharam na pista, mas conseguiram parar longe do asfalto e ficou uma bandeira amarela local e sobrou para Carlos Campos. Depois do bate porta de Nelson Marcondes e Thiago Vivacqua. Marçal Muller venceu de ponta a ponta. Com Christian Hahn em 2° e Matheus Ferreira em 3°.

 

No domingo também tivemos a inversão da ordem habitual das corridas da Porsche Cup Gourmet, com os pobrinhos da categoria GT3 Challenge sendo os primeiros a virem para a pista, que estava úmida pela chuva que caiu na madrugada e início da manhã. Com isso o Massaranduba, diretor de prova, determinou a largada no modo “procissão” para tentar evitar mais avarias nas barreiras de segurança do autódromo e não atrapalhar a Fórmula 1.

 

 

Quem puxava a fila era Caio Chaves. Daniel Neumann era quem largaria ao seu lado e puxariam os 23 carros no grid. Depois de 2 voltas de apresentação o Massaranduba deu a largada. Daniel Neumann foi pra cima de Caio Chaves no ‘S’ da Sadia e depois de tomar a ponta, espalhou na saída da curva. Com os dois enroscados, o piloto “Plim-Plim” conseguiu plimplar os dois e assumir a liderança na saída da curva do sol. Daniel Neumann focou com a P2 e Caio Chaves, o campeão 2025, em 3°. Daniel Neumann não deixava o piloto “Plim-Plim” escapar e como era de se esperar, Rafa Brocchi rodou sozinho na curva do lago, pegou Mário Delara e atolou na brita. Ricardo Zylberman se apavorou e rodou sozinho. O Massaranduba teve que botar pra fora o Safety Car. Foram 3 voltas de “cortejo fúnebre” até a relargada onde o piloto “Plim-Plim” foi plimplado por Daniel Neumann no mergulho pro ‘S’ da Sadia. Sadak Leite e a Norinha Barrichella se enroscaram na curva do sol. Caio Chaves e Leonardo Herrmann colaram nos dois. Na volta seguinte foi Caio Chaves quem plimplou o piloto Plim-Plim. Gerson Campos e José Moura Neto chegaram pra briga e o pelotão fos primeiros tinha 6 carros. Caio Chaves foi pra cima de Daniel Neumann e tomou a ponta na curva do lago, trazendo o piloto “Plim-Plim” a reboque. Leonardo Herrmann perdeu contato com os 3 primeiros para se defender de Gerson Campos. Daniel Neumann pressionava o piloto “Plim-Plim”, ajudando Caio Chaves a respirar e, mais uma vez, Sadak Leite e a Norinha Barrichella bateram porta, com os dois rodando na curva da junção. Daniel Neumann deu uma imbicada no final da reta dos boxes, bateu e foi bater lá na barreira de pneus como fez o Filé de Borboleta na F1. O piloto “Plim-Plim” foi plimplado no incidente e com isso o Massaranduba encerrou a corrida sob bandeira amarela a 3 minutos do final. Vitória de Caio Chaves, Leonardo Herrmann foi o 2° e Gerson Campos o 3°.

 

A panca do final da corrida da categoria GT3 Challenge tinha tudo pra complicar o cronograma para a realização da corrida que decidiria o título entre Miguel Paludo e Christian Hahn. Felizmente a equipe de manutenção conseguiu arrumar a barreira no final da reta. A pista estava menos úmida, mas a chuva voltou a cair nas voltas de apresentação. A pole position para esta corrida era de Christian Hahn, com Marçal Muller na P2 e Miguel Paludo apenas na P7.

 

 

Depois de 2 voltas de apresentação o Massaranduba deu a largada em regime de Safety Car, o que ajudava Christian Hahn, mas foi só uma volta de “cortejo fúnebre” até ser agitada a bandeira verde. Christian Hahn se manteve à frente na tomada para o ‘S’ da Sadia, mas na reta oposta foi atacado por Marçal Muller e perdeu a liderança Matheus Ferreira e Miguel Mariotti, com Mariotti rodando na entrada do laranjinha. Bom para Miguel Paludo, que subiu para 4°. Miguel Paludo foi pra cima de Matheus Ferreira e tomou a P3. Ferreira se enroscou com Marcos Regadas, tomou na porta e sua corrida acabou. Os 3 primeiros abriram uma vantagem confortável para Lucas Salles, o P4, que era atacado por Marcos Regadas, mas logo Lucas Salles vinha tentando se livrar de Marcos Regadas e se aproximar de Miguel Paludo. Na briga pela Ponta, Christian Hahn foi pra cima de Marçal Muller. O 3° lugar de Miguel Paludo não era suficiente para ele ser campeão, devido aos descartes do regulamento. A chuva aumentou e o Massaranduba botou pra fora o Safety Car por segurança faltando 12 minutos para o final da corrida. Com a corda do cronograma no pescoço do Massaranduba e do promotor da categoria (o melhor e mais competente entre todos aqui na República Sebastianista da Banânia – Agradecimentos ao Gargamel), ao invés dos carros irem todos para os boxes para troca geral de pneus. Em total anticlímax, fomos até o final em modo “cortejo fúnebre” por mais de 10 minutos. Graças a São Pedro, a chuva parou e tivemos uma relargada feroz para duas voltas de tudo ou nada. Marçal Muller defendeu bem a ponta com o ataque de Christian Hahn, Miguel Paludo perdeu contato e na última volta, com um push caviar Miguel Paludo chegou na briga na reta oposta. Christian Hahn fez um ataque sensacional na saída da curva do lago, fazendo o laranjinha lado a lado com Marçal Muler, tomando a ponta, mas não só levou o troco como deixou a porta aberta para Miguel Paludo tomar a P2. A P3 dava o título à Christian Hahn, que acionou o push caviar pra subida do café, tocou de leve a traseira de Miguel Paludo, perdeu o controle do carro e foi para o muro. Marçal Muller venceu a prova, com Miguel Paludo em 2° e Jeff Giassi em 3°. Assim como choveu na pista, choveram protestos na secretaria de prova e os ‘comissacos’ tiveram muito trabalho. Tivems várias punições e até desclassificações, mas os 3 primeiros foram mantidos em suas posições. Miguel Paludo sagrou-se campeão das corridas Sprint.

 

Fórmula Truck

O autódromo de Guaporé, o mais Raiz do Rio Grande do Sul, recebeu a penúltima etapa da Fórmula Truck. As atividades da sexta-feira acabaram suspensas devido ao volume de chuvas provocadas pelo ciclone extratropical que atingiu o estado. No sábado os treinos foram concentrados para a disputa das corridas no domingo, que teve a transmissão garantida pelo youtube com a narração de Zé Trovão e os comentários da Véia da Praça.

 

 

Apesar da chuva a nação caminhoneira não desistiu do final de semana e foi premiada com um belo domingo de sol em Guaporé, que mostrou um público fiel, tomando as dependências do autódromo. A primeira corrida da programação foi a dos caminhões equipados com Bomba Injetora, que tinha Diego Colett na pole position e Duda Conci ao seu lado para puxar o grid com 23 caminhões (mas Max Nunes, o 23°, ia largar dos boxes, mas desistiu). Depois da volta de apresentação o diretor de prova deu a largada e subiu o fumacê!

 

 

Diego Colett largou bem e manteve a ponta enquanto Duda Conci era atacado por Fabio Claudino, que foi atacado por Marcio Rampon na curva do túnel, mas acabou perdendo a posição e caindo pra 5°, superado por Thiago Bellaver, que na 3ª volta perdeu rendimento e despencou na classificação. Diego Colett abriu vantagem rapidamente para Duda Conci e este sobre Fabio Claudino. Havia uma grande diferença de Marcio Rampon para Geovane Tavares, o 5° colocado. Marcio Rampon chegou em Fabio Claudino e depois de muita briga ele ganhou a P3, mas a disputa custou caro, perdendo terreno para Duda Conci. Diego Colett não tomava conhecimento dos adversários e com metade da corrida tinha 18s de vantagem para Duda Conci, que estava tranquilo em relação a Marcio Rampon. Fabio Claudino, o 4°, abandonou na penúltima volta, melhor para Geovane Tavares. Com uma apresentação impressionante, enfiando quase 40s sobre o 2° colocado, Diego Colett venceu de ponta a ponta. Duda Conci chegou tranquilo na P2, com boa vantagem sobre Marcio Rampon.

 

Na sequência veio a corrida dos caminhões equipados com sistema de Injeção Eletrônica, que tinha Rafael Fleck na pole position e Douglas Colett a seu lado para puxarem o grid com 28 caminhões. Foram 51 brutos na pista na etapa de Guaporé levando emoção para aqueles que gostam de corridas de caminhões de verdade. Depois da volta de apresentação o diretor de prova deu a largada e subiu o fumacê!

 

 

Rafael Fleck largou bem e Tulio Bendo veio forte, tendo que travar os freios para não bater na traseira do líder. Duglas Colett perdeu a P2 e na espalhada de Tulio Bendo, Everton Fontanella aproveitou e ganhou a P2. Douglas Colett esparramou na curva 1 e se enroscou com Taio Agostini, que foi acertar a barreira de pneus. Tulio Bendo salvou a P3 e o diretor de prova botou pra fora o Safety Truck. Na relargada os primeiros mantiveram suas posições, mas Douglas Colett se enroscou novamente com Robson Portaluppi. Com o tempo compensado, Rafael Fleck tratou de buscar abrir vantagem na ponta, mas Robson Trevisol bateu na barreira de pneus na entrada da curva 8 e o Safety Truck foi posto pra fora outra vez. Outra relargada e Rafael Fleck não dava chance para os adversários. Tulio Bendo era pressionado por Ramiris Fontanela. Sandro Pinheiro e Edvan Monteiro se enroscaram depois da curva 1l e Pinheiro levou a pior na briga da P7. Rafael Fleck ia abrindo na frente e Ramiris Fontanella tentava por os 3 caminhões da equipe entre os 3 primeiros. Uma terceira entrada do Safety Truck foi feita com Nilton Jacobsen parado na grama a saída da curva 1. Mais uma relargada e novamente Rafael Fleck largou e disparou na ponta. Tulio Bendo vinha mais perto de Everton Fontanella, mas continuava pressionado por Ramiris Fontanella. Com Tulio Bendo se defendendo na P3, quem estava se aproximando era Douglas Torres. Robson Portaluppi parou por dentro na curva 1 com um princípio de incêndio e o diretor de prova botou pra fora o Safety Truck na pista pela 4ª vez. Nova relargada e novamente Rafael Fleck sumiu na frente. Tulio Bendo foi com mais ação pra cima de Everton Fontanella, mas isso não o livrou da pressão de Ramiris Fontanela. Jorginho Feio e Douglas Torres bateram na curva 2 e Jorginho Feio levou a pior. Rafael Fleck sobrou na etapa e venceu de ponta a ponta. Everton Fontanella foi o 2° e Tulio Bendo o 3°.

 

Encerrando as atividades do dia tivemos a corrida da Copa Speedmax, com os pilotos que ficaram fora do pódio nas duas corridas. O caipira quebrado (sim, ele mesmo!) venceu, seguido por Ricardo Ançay e Alex Peixeiro em 3° entre os caminhões com Injeção Eletrônica. Dario Amaral venceu entre os pilotos com caminhões equipados com Bomba Injetora, seguido por Thago Manica e Fabio Claudino.

 

Sessão Rivotril.

Seguindo meu mestre inspirador, está na hora de receitar as pílulas da semana.

 

- Começo este final de semana com o agradecimento especialíssimo ao meu time de colaboradores, em especial para Darth Vader, Vovó do Piu-Piu, Madame Min e Bob Esponja, pelas pílulas da sexta-feira que seguem agora.

- Em resposta àquela deturpação histórica, maquiada e chapa branca exibida pela Netflix, a verdadeira viúva do Presuntinho lançou na semana do GP São Paulo de F1 um documentário de dois episódios pelo streaming HBO MAX. Confesso que não vi os episódios, mas certamente a Bruxa do Instituto deve estar furiosa. 

- Um clima de fim de feira estava na cara (e nas palavras) do pessoal da bandburros. Quem verbalizou isso de forma mais direta foi Celsinho Vaite Catar, que “se despediu” da F1 no seu programa, “Supermotor”, numa entrada do pit lane. A Cadeiruda estava se segurando para não chorar no ar. Parabéns pra diretoria do canal pelas bobagens (o advérbio não era bem esse...) administrativas para perderem o contrato.

- Como o clima era de final de feira, deram um gostinho para o Terrível fazer a narração do treino livre na sexta-feira. Agora o “nível” com o Prosdócimo e o dublê de comentarista Pária quem não viu pode imaginar...

- Mostrando nosso nível de organização, a transmissão e o início do treino precisou ser atrasado para “umas arrumações” na pista.

- Tradução de rádio no treino livre... zero! Mas melhor assim do que as patuscadas do Dr. Smith.

- Terrível, seguindo o exemplo do “mestre”, o narrador fake, falando que o fugitivo da FEBEM ia fazer a volta mais rápida na segunda volta do pneu macio... dá pra forçar uma rima.

- “Kimi Andrea”... nem o nome do piloto o dublê de comentarista Pária sabe. Ele falou que fez faculdade de jornalismo com o Prosdócimo. Está evidente que colaram muito, compraram provas e outros subterfúgios para conseguir o diploma (se é que conseguiram).

- Fizeram uma hora de pré-hora antes do qualy da corrida Sprint. A hora foi salva pela Cadeiruda, com a entrevista da Vovó Borboleta e uma com o campeão da F3, Rafael Câmara (o Cabrinha), que é tímido como um caipira de vila. O resto foi encheção de linguiça.

- Falando em “borboleta”, mais uma prova inconteste dos milhares de seguidores que leem a coluna do Ogro do Cerrado, que chama o piloto brasileiro de “Filé de Borboleta”. Os camelôs venderam aos montes um adereço que eram asas de borboleta (na cor verde) para colocar nas costas e as arquibancadas estavam cheias de torcedores do “Filé de Borboleta”.

- Dr. Smith, mais perdido do que nunca, começou a falar bobagens (o advérbio não era bem essa...) com relação aos pneus, dizendo que os pilotos dariam duas voltas rápidas com o mesmo pneu... e os pilotos foram todos para os boxes depois da primeira volta. Depois ele disse que o Filé de Borboleta tinha abortado a volta... e foi desmentido pelas imagens da TV com o brasileiro fazendo a P8.

- Para não ficar por baixo, o narrador fake fala que o Kimi Carcamano vinha numa volta ruim... e o italiano faz a P5!

- Juntar Dr. Smith e o narrador fake é garantia de falatório sem noção. Sem ter o que falar, apesar de tudo que acontecia no autódromo, eles resolveram falar das unhas das torcedoras na arquibancada e aí tentaram ressuscitar o falecido Sid Mosca para pintar as unhas das torcedoras. Essa merecia um “Meu Jesus Cristo” (as 3 palavras não eram bem essas...).

- E como o que está ruim sempre pode ficar pior, o narrador fake falou por diversas vezes que “já narrou a Indy, que narrou a vitória da do Dr. Smith na Indy...” tentando se garantir como narrador para 2026.

- Mas pra fechar a sexta-feira, os comentários do narrador fake dizendo que o Kimi Carcamano recebeu “fluidos do Presuntinho” por ter ido ao cemitério do Morumbi era pra mandar um Essa merecia um “Meu Jesus Cristo” (as 3 palavras não eram bem essas...) pra ser ouvido em todo continente.

- As pílulas do sábado começaram com o WEC e o prenúncio da fartura com a escalação do Tatade Gozação (o advérbio não era bem esse...), o comentarista Genérico e o Milanesa pra exigir muito da nossa paciência.

- Nem demorou muito. O Tatade Gozação (o advérbio não era bem esse...), começou “numa pergunta quase afirmativa” que o diretor de prova era “o brasileiro”. O Genérico teve que corrigi-lo na hora.

- Milanesa quase se enforcou no cabo do microfone tentando explicar que no WEC os carros podem ser equipados com pneus diferentes (macios, médios ou duros) ao mesmo tempo, misturando-os.

- Péssima notícia: não teríamos o Tenente Mironga na narração (depois vi que ele está no Centro de Eventos Aleatórios de Interlagos narrando a F1 para o canal do Garibaldo no youtube). No lugar dele teve a estreia de um ex-globêstico (neste caso especial, é a 3ª vogal que foi adulterada...): o Margarina.

- No meio teve uma interrupção para a corrida da F4 Tapuia que teve o narrador de MMA que perdeu a guerra (e não sabe o nome dos pilotos) com o dublê de comentarista Pária pra atrapalhar (o verbo não era bem esse...) tudo.

- Já na preparação da corrida Sprint, o narrador fake nem pra ler o nome dos pilotos e suas posições no grid, com a imagem gigante na tela, ele não consegue não se atrapalhar. Já larguei um “Meu Jesus Cristo” (as 3 palavras não eram bem essas...) pra ser ouvido em toda cidade.

Aí, na volta de apresentação, o narrador fake fala que os pilotos estavam “buscando água para resfriar os pneus”. Como??? Os caras estavam com pneus slicks e o cara fala isso??? O “Meu Jesus Cristo” (as 3 palavras não eram bem essas...) foi ouvido em todo Centro Oeste e até na COP no Pará. Como ele consegue?

- Depois, numa parceria com Matuzaleme, os dois começaram a falar sobre José Carlos Pace e em como as pessoas não sabiam quem ele foi. Aí eles começam a chamar o Moco de “o campeão sem título”, dizendo que ele liderava o campeonato de 1997 o que É MENTIRA”! Pace tinha 6 pontos do 2° lugar na corrida da Argentina, seguidos de um abandono no Brasil e uma P13 na África do Sul.

- Aproveito para dar os parabéns à “inprença ixpessializada”, que ao longo dos anos fizeram as pessoas – mesmo as que vão aos autódromos – esquecerem a história de José Carlos Pace e deturparem o autódromo que leva seu nome com aquele cabeção de lata na arquibancada e aquela fachada de prédio pixada.

- Filé de Borboleta tenta ganhar uma posição que não valia nada na última volta (zero pontos), destrói o carro numa panca nos dois muros da reta dos boxes (por dentro e por fora) e ferra (o verbo não era bem esse...) com seu final de semana.

- Que diferença ter uma tradução de entrevista com os vencedores como a feita pelo Goleiro de Pebolim... pra fazer Dr. Smith passar vergonha.

- Os pobrinhos da Porsche Gourmet fizeram tanto estrago nas barreiras de segurança que o início do treino de classificação atrasou. O Filé de Borboleta agradeceu... mas no final, a borboleta não voou.

- Esse narrador fake se enrola com uma conta simples de somar que qualquer criança da 2° série consegue fazer e diz que “é de humanas” e não é bom de matemática, mas assassina o português em concordância, regência, sintaxe, sem falar nos erros de narração. Parabéns à diretoria da bandburros por manter esse cara nas transmissões. Apupo não é aplauso... é vaia! Alguém “de humanas” saberia isso.

- Aí o narrador fake fala que o Filé de Borboleta não quer disputar o qualy, só quer ver se o carro está bem... Gagábueno fez escola nos canais globêsticos (a 2ª vogal não era bem essa...). Mandei um “Meu Jesus Cristo” (a expressão com 3 palavras não era bem essa...) pra toda Palmas ouvir.

- Muito “atento” às imagens, o narrador fake vê o Piaba tomar a linha interna na reta oposta e ele fala que o piloto da McLaren vai entrar nos boxes... na contramão??? Mandei um “Meu Jesus Cristo” (a expressão com 3 palavras não era bem essa...) que foi ouvido em todo Tocantins.

- Deixei a TV ligada e fui ver a corrida da F4 Brasil, com narração do Terrível e comentários do Pinóquio, que começou a vida com comentarista do portal Highspeed, do meu camarada Malazartes. Aí os dois, mostrando um desconhecimento inacreditável, desconheciam que o chassi dos carros da F4 brasileira é o mesmo usado pelo mundo o motor é um dos motores homologados para padronizar a categoria no mundo. Não bastasse isso, o Terrível foi comparar o carro com o “carro de boneca” da Fórmula “Girls”. O Meu Jesus Cristo” (a expressão com 3 palavras não era bem essa...) foi ouvido em toda Palmas.

- Depois dos comentários tresloucados (o advérbio não era bem esse...) na F4 na tarde do sábado, passaram a motosserra no Pinóquio e escalaram o Taquara Rachada pra comentar a corrida do domingo.

- Depois da corrida o Taquara Rachada continuou no Supermotor e botou pra quebrar (o verbo não era bem esse...) em seus comentários, mas a “cereja do bolo” (com direito a chantilly por baixo) foi quando ele falou (e explicou) que os Hermanos gostam mais de automobilismo que os brasileiros. Só falou verdades.

- Para não jogar um tijolo na TV (de raiva), fiquei assistindo o Supermotor no canal por assinatura com o Taquara Rachada, o Terrível e Celsinho Vaite Catar (o verbo não era bem esse...) no autódromo do que colocar no xou de horrores com Arrelia Jr. e Chapolim Colorada até meio dia, quando tive que ir para o canal de sinal aberto.

- Foram feitas homenagens para Chico Landi e José Carlos Pace no domingo da corrida... alguém viu? A bandburros mostrou? Preferiram mostrar Arrelia Jr. e Chapolim Colorada rindo das próprias piadas, todas sem graça, e entrevistando políticos.

- Nessas entrevistas, a Chapolim Colorada se superou ao falar que no final da reta do autódromo de Goiânia tem uma curva! O “Meu Jesus Cristo” (a expressão com 3 palavras não era bem essa...) foi ouvido em todo continente.

- O narrador fake, autointitulado “de humanas”, continua sem saber que “Apupo” é vaia, é uma ação reprobatória e não aplauso... mas no caso dele, os apupos cabem bem.

- E na hora da largada ele fala que os carros “vão andar em movimento”. Ele simplesmente não pensa antes de abrir a boca.

- Já treinando para “narrar a Indy em 2026”, era um ataque histérico a cada indicação de bandeira amarela na transmissão.

- O narrador fake continuou falando suas bobagens (o advérbio não era bem esse...) como anunciar a “reinauguração” do autódromo de Cuiabá (que vai ser inaugurado na semana que vem), mas quando ele disse que Goiânia era um estado do Brasil (e repetiu em seguida) o “Meu Jesus Cristo” (a expressão com 3 palavras não era bem essa...) foi ouvido em todo continente.

- Sem noção, ele chamou o comercial em cima de um rádio (felizmente o Goleiro de Pebolim estava atento e traduziu o conteúdo) e em seguida abriu um “debate” sem noção com Matuzaleme em cima de um rádio do Piaba, só que esse nem o Goleiro de Pebolim conseguiu filtrar.

- Fizeram um “fim de festa” na laje do prédio da reta dos boxes, mas ao invés de colocar o pessoal da transmissão e a Cadeiruda pra serem aplaudidos pelo público na reta invadida, Arrelia Jr. e Chapolim Colorada ficaram jogando louros sobre eles mesmos e a equipe, sem interagir com o público, o que fizeram só no final.

- Matuzaleme anunciou que não vai mais fazer corridas pela TV (vamos ter que aturar o Prosdócimo até o final do ano), mas não podia deixar de mandar mais uma bobagem no forçado final do xou de horrores, dizendo que a Inglaterra é o destino dos pilotos brasileiros que querem ir pra F1 (o que deixou de ser faz pelo menos uma década), sendo corroborado pelo desconhecedor Arrelia Jr. Apesar de tudo e de todas, Matuzaleme tem uma história respeitável que deveria ter sido melhor preservada. 

- A pomba gira vai baixar na Chica da Silva...

- Para quem não sabe porque eu fiquei longe do site por algumas semanas no início do ano, tive negado meu projeto onde escrevi uma série (em 6 episódios), sobre a verdadeira história do maior piloto de todos os tempos. Criei um Blog para isso e quem quiser ler a saga do maior astro das pistas é só clicar aqui.

 

Felicidades e velocidade,  

 

Paulo Alencar

 

 

Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid.


Last Updated ( Monday, 10 November 2025 21:41 )