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O ‘Kart dos Artistas’ PDF Print E-mail
Written by Administrator   
Thursday, 31 January 2013 22:16

 

 

Na edição anterior do Desafio internacional das Estrelas, o ator Marcos Pasquim foi convidado para participar do evento, correndo contra alguns dos melhores pilotos do mundo. Logicamente foi difícil para ele, tentar acompanhar o ritmo das feras que estavam na pista, mas de sua participação acabou surgindo uma ideia.

 

Carlinhos Romagnolli é um promotor de eventos de visão e daí para se unir o show das pistas ao show da televisão não foi difícil. Assim nasceu a ideia do “Kart dos Artistas”, com estrelas do show biz trocando os palcos e estúdios de gravação pelas pistas e pelos karts, numa diversão levada até bem a sério por alguns deles. Tanto que tivemos disputas bem acirradas na pista, com toques, “chegas pra lá” e rodadas.

 

Se nós ouvimos os pilotos, estrelas maiores do espetáculo, seria injusto não conversarmos com alguns dos participantes do outro desafio entre as estrelas, que – diga-se de passagem – arrancaram aplausos dos presentes e gritos das moças que foram ao kartódromo internacional do parque Beto Carrero.

 

Marcos Pasquim.

 

NdG: Marcos, você encarou bem pouco tempo um super desafio pessoal que foi enfrentar pilotos profissionais em Florianópolis. Agora vai ser mais fácil, não?

 

Marcos pasquim: Não sei não. Tem gente que anda bem de kart aí e tem também o Marcos Breda. Foi ele que me levou para correr de kart a primeira vez e ele é muito bom. Vencê-lo vai ser difícil.

 

NdG: Esta vai ser apenas a primeira de seis etapas que o ‘Kart dos Artistas’ vai disputar. Como é que vai ser conciliar, palco, estúdio, treinos, corridas, viagens...

 

Marcos Pasquim: A gente que trabalha nesse meio está bem acostumado com correria de fazer várias coisas ao mesmo tempo e este campeonato vai ser muito legal. Espero que tenha sempre bastante Gente para assistir e torcer.

 

Regiane Cesnique e Fernanda Pontes.

 

O ‘Kart dos Artistas’ não é nenhum ‘Clube do Bolinha’. Tivemos dois karts cor de rosa no grid, das atrizes egiane Cesnique e Fernanda Pontes.

 

NdG: Meninas... posso chamar vocês assim? Vocês já tinham andado de kart antes de vir para cá?

 

Fernanda Pontes: Eu já tinha andado assim, em kart indoor, de brincadeira, com os amigos e amigas. Nada de competição. Aqui vai ser diferente... o Marcos Breda tá todo concentrado (risos). Mas eu vou dar tudo, não quero ficar em último, não.

 

Regiane Cesnique: Eu também, como a Fernanda, só andei de kart como passatempo, de boa com os amigos. Aqui eu vou fazer o que puder para deixar pelo menos um dos meninos pra trás, mas ganhar do Breda e do Pasquim é muito difícil. Eles andam muito.

 

NdG: Vão ser seis etapas em diversas cidades pelo país. Vai dar pra conciliar com a agenda?

 

Fernanda Pontes: Vai sim e eu vou treinar entre uma etapa e outra. Você vai ver. No final do ano vou estar andando lá na frente (risos)

 

Regiane Cesnique: A gente assumiu um compromisso e vamos fazer o que for preciso para não fazer feio. Tem torcida por nós duas...

 

NdG: Vocês já foram pedir umas dicas para a Bia Figueiredo?

 

Fernanda Pontes: Ela é uma querida. Foi super gentil.

 

Regiane Cesnique: Vamos tentar seguir o que ela nos falou.

 

NdG: E aí, o que é mais difícil, encarar um teatro lotado ou esta arena do Beto Carrero?

 

Fernanda Pontes / Regiane Cesnique: Aqui é muito mais difícil, com certeza, mandaram em coro!

 

Roger Flores.

 

NdG: Roger, você é um artista diferente. Ao invés do teatro, seu palco sempre foram os estádios, se bem que agora você é um dos artistas do estúdio. Você já tinha andado de kart antes?

 

Roger Flores: Ah, a gente brinca, né? Vai com os amigos para um kart indoor, se diverte, mas competir nunca.

 

NdG: a corrida é desgastante. Você que ainda está em grande forma. O preparo físico vai correr ao seu favor?

 

Roger Flores: Espero que sim, mas o pessoal malha bastante, está todo mundo em grande forma. Eu vou ter que mandar bem se quiser fazer bonito.

 

NdG: No futebol, o cara tem que nascer craque, caso contrário, no máximo vira um jogador esforçado. E no Kart? Dá pra virar um craque?

 

Roger Flores: Cara, eu vou ter que treinar muito para ver se consigo andar bem como o Pasquim e o Breda. Eles éque são os craques aqui. Eu tô no time dos esforçados... (risos)

 

NdG: Que tal se a gente falar com o Carlinhos Romagnolli para, uma volta da corrida, todo munto tiver que empurrar uma bola?

 

Roger Flores: (risos) aí vai ficar bom para o meu lado.

 

Marcos Breda.

 

NdG: Breda, antigamente se dizia que piloto pra ser bom aqui no Brasil tinha que ter a voz esquisita. Artista pra ser bom no kart tem que se chamar Marcos?

 

Marcos Breda: (risos) Essa dos pilotos eu não conhecia, mas pra guiar não precisa chamar Marcos, não. O Fabio Villaverde manda super bem e não vou ter moleza aqui não.

 

NdG: Há quanto tempo você anda de kart?

 

Marcos Breda: Eu pilotei quando era adolescente, fiquei um tempo parado depois voltei, mas não para competir como piloto, mas ando de kart há mais de 20 anos. Adoro o kart e estou sempre chamando o pessoal para andar.

 

NdG: O Pasquim disse que foi você que levou ele para correr pela primeira vez e que não vai te dar moleza aqui não, que vai derrotar o mestre...

 

Marcos Breda: Ah, ele fala sempre isso. É um amigo, um parceiro. Ele anda muito bem, já me venceu mais de uma vez mas eu não vou dar mole pra ele não. Aqui a gente veio correr pra ganhar.

 

Luigi Barrichelli.

 

NdG: Luigi, em diversos trabalhos seus você apareceu como um desportista e sabemos que o esporte sempre fez parte da sua vida, mas o automobilismo também?

 

Luigi Barrichelli: O automobilismo mais como fã do que qualquer outra coisa. Sempre gostei das corridas, sempre assisti na televisão  e sempre que posso assisto.

 

NdG: Mas assistir e torcer é uma coisa... correr é outra. Você já corria de kart antes, mesmo de forma amadora, só se divertia com os amigos ou é ‘piloto de primeira guiada’?

 

Luigi Barrichelli: Não, eu ando de kart já a algum tempo com um grupo de amigos e sempre que podemos nos reunimos e as disputas são boas. Eu treinava no kartódromo do rio até acabarem com ele. Era pertinho do Projac e a gente sempre ia pra lá.

 

NdG: Foi por isso que você foi convidado?

 

Luigi Barrichelli: O Fabio Villaverde foi quem articulou tudo. Foi ele com o Carlinhos Romagnolli que deram partida na ideia e ele me chamou pra participar. Não pensei duas vezes.

 

NdG: Com este sobrenome você é quase um Barrichello?

 

Luigi Barrichelli: Que nada, to longe disso (risos). O Rubinho é um piloto sensacional. Sou fã dele, torço por ele e quem dera o sobrenome ajudasse. A disputa aqui e nas outras provas do campeonato vão ser duras. Temos que treinar muito para vencer o Pasquim e o Breda.

 

Fabio Villaverde.

 

NdG: Fabio, o Luigi disse que você é que é o ‘culpado’ disso tudo. Como foi que surgiu a ideia do ‘Kart dos Artistas’?

 

Fabio Villaverde: Há algum tempo eu conheço o Carlinhos Romagnolli e ele é muito bom no que ele faz, que é promover e realizar eventos. E ele veio com a ideia de não apenas fazer um evento junto com o Desafio Internacional das Estrelas, mas também de fazer um campeonato, correndo em diversas cidades.

 

NdG: E a quanto tempo você corre de kart?

 

Fabio Villaverde: há mais de dez anos o kart é uma mistura de lazer e prazer para mim. É um ótimo exercício para aliviar o stress que é a vida corrida de ator com textos, ensaios, gravações que as vezes não tem hora nem pra começar nem pra terminar.

 

NdG: Mas competição oficial você já disputou alguma ou esta é a primeira assim, ‘pra valer’?

 

Fabio Villaverde: disputa entre nós tem sempre aquela coisa de todo mundo querer ganhar, o que é lógico, mas agora é diferente. É um campeonato, vamos disputar corridas em várias cidades, vai ter público, torcida pra uns, para outros... agora é mais sério.

 

NdG: Vai dar para fazer frente aos dois Marcos [Pasquim e Breda]?

 

Fabio Villaverde: Eu vou ter que treinar muito pra chegar no nível deles dois, mas vou tentar, vou me esforçar pra isso.

 

Mauricio Manieri.

 

NdG: Mauricio, como cantor profissional fazer shows com grandes públicos, cantar deve dar menos trabalho do que pilotar, mas cantar o hino nacional... esse não faz parte do repertório de cantor nenhum e se errar, ao vivo, já viu, né? Vira hit na internet. Ensaiou muito?

 

Mauricio Manieri: (Risos) Cara, ninguém nunca vai esquecer da Vanusa, né? Mas ela se saiu bem, fez até propaganda na televisão. Brasileiro é assim: dá um jeito de tirar algo de bom de um problema. A letra do hino nacional é linda, é muito rica e usa palavras que usamos pouco no dia a dia então tem que ensaiar mesmo.

 

NdG: Você já tinha cantado o hino nacional assim, em algum outro evento?

 

Mauricio Manieri: Cantei na final do campeonato paulista. Pacaembu cheio, torcida do Corinthians lá, gritando. Pô, se eu erro ali, tava ferrado (risos). Foi o maior público que já encarei e com o hino nacional. Mas é uma coisa que arrepia a gente.

 

NdG: E o que é mais complicado, não errar a letra do hino ou não errar o contorno da curva com o kart? Treinou muito antes de encarar o desafio?

 

Mauricio Manieri: O kart é mais complicado. Cantar eu canto desde criança (risos). Mesmo não sendo um kart igual ao dos pilotos, para mim que só andei em kart indoor estes karts daqui são muito rápidos e é uma pista de verdade. Vai ser um desafio mesmo encarar estas seis etapas, mas estamos nessa.