Olá leitores!
Como estão? Espero que todos bem. Eu tinha me preparado para, em um final de semana com poucas competições internacionais, dedicar-me exclusivamente aos trabalhos acontecendo em Spa-Francorchamps. Entretanto, aquela empresa que sustenta o “Checo” Pérez na Red Bull fez o favor de mudar a especificação do meu plano de TV por assinatura sem nenhum aviso. De uma hora para outra, mesmo eu pagando o adicional pelo pacote Esportes da Claro TV, o canal Bandsports deixou de ser acessado em casa. E evidentemente pelo app ou pelo site não dá para tentar resolver, e o atendimento telefônico deles, digamos assim, consegue ser pior que a atual fase do piloto mexicano. Enfim, Claro me deixando no escuro. Faz parte... Mas vamos ao que interessa, corrida. A tradicional pista belga recebeu uma corrida das melhores deste ano. Realmente impressionante a qualidade da corrida, cujo brilho só não foi maior devido ao erro de iniciante da equipe Mercedes no peso do carro do George Russell, que foi magistral: conversou com o engenheiro, e de acordo com o desgaste dos pneus e o comportamento do carro, mudaram a estratégia previamente acordada. Um erro desses é plausível numa Chute Sauber, não numa MERCEDES, mas enfim... coisa para pensarem no tamanho da bobagem durante as férias de verão da categoria. Sorte de Lewis Hamilton, que herdou a vitória após ficar visivelmente desconfortável com a segunda posição no pódio, após passar as últimas voltas sem poder atacar com mais fervor o Russell por conta de ter de se defender dos ataques do Oliver Piastri, que fez uma magnífica corrida e mereceu completamente o 3º lugar que, com a desclassificação do George, acabou virando um 2º. Seu companheiro, entretanto, não tinha muito o que agradecer. Largou na frente, errou, perdeu posições... e no resultado oficial ainda ficou com um 5º lugar, que não o consolou pela oportunidade de vitória desperdiçada. Quem acabou se dando bem foi Charles Leclerc, que largou na pole, mas logo perdeu a liderança para Hamilton e começou a andar para trás... a desclassificação acabou rendendo a ele um 3º lugar que não retratou exatamente o desempenho na pista, bem mediano mesmo. Seu companheiro Sainz Jr. quase não apareceu na corrida, e no resultado oficial ficou com um 6º lugar que ficou de excelente tamanho para a corrida apagada que fez. Max Verstappen teve de largar de 11º por conta de punição recebida, e como a Red Bull não tem mais aquele carro de outro planeta do começo da temporada (a saída do Adrian Newey já está mostrando seus efeitos) ele teve que batalhar muito para galgar as posições. O 5º que virou 4º lugar ficou de ótimo tamanho para o campeonato, já que ele chegou à frente do seu rival mais imediato, Lando Norris. Já Sérgio Pérez... que lástima. A 2ª posição na largada até iludiu que ele teria melhorado sua fase de maus resultados, mas... no desenrolar da corrida, foi perdendo rendimento, perdendo, e mais uma vez decepcionou com o 7º lugar no resultado final. Mais para trás tivemos Alonso em 8º, tirando do Aston Martin um desempenho que o carro não tem, Ocon na 9ª posição com o horroroso Alpine desse ano, e encerrando a zona de pontos Daniel Riccardo conseguiu um resultado interessante com sua Racing Bull... e ainda saiu da pista de carona no helicóptero com o Max. Será que tem algo por trás disso? Só o futuro dirá... Semana que vem teremos a corrida comemorativa dos 75 anos do Mundial de Motovelocidade em Silverstone, e parece que haverão pinturas especiais comemorativas. Vale a pena conferir... Até a próxima! Alexandre Bianchini Nota NdG: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Nobres do Grid. |